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quinta-feira, 23 de junho de 2011

João Calvino um herege, hipócrita, transgressor e assassino

Ufa! Quanta coisa para um título!

O assassino e quase alto-denominado "dono da verdade", mandou queimar Miguel Servet no dia 27 de outubro de 1553 aos 42 anos de idade em Genebra, por não acreditar na trindade. A intolerância de um homem hipócrita que ao ajudar livrar os cristãos da perseguição católica, começou outra perseguição contra todo aquele que discordava do seu ponto de vista teolgico e é a este homem que os presbiterianos chamam de "homem de Deus" ou " homem usado por Deus", mas fica a pergunta, usado por Deus também durante os assassinatos? Até onde Calvino foi de Deus?

A Igreja Presbiteriana se dirige aos adventistas, Testemunhas de Jeová e Mórmons como sendo seitas, por nascerem de falsas profecias e serem hereges, e aí vem outra pergunta, qual o nome que se dá a igrejas que nascem de assassinatos e hipocrisia?

Quem foi João Calvino?

João Calvino (Noyon, 10 de julho de 1509Genebra, 27 de maiode 1564) foi um teólogo cristão francês. Calvino teve uma influência muito grande durante a Reforma Protestante, uma influência que continua até hoje. Portanto, a forma de Protestantismo que ele ensinou e viveu é conhecido por alguns pelo nome Calvinismo, mesmo se o próprio Calvino teria repudiado contundentemente este apelido. Esta variante do Protestantismo viria a ser bem sucedida em países como a Suíça (país de origem), Países Baixos, África do Sul(entre os africânderes), Inglaterra, Escócia e Estados Unidos da América.

Nascido na Picardia, ao norte da França, foi batizado com o nome deJean Cauvin. A tradução do apelido de família "Cauvin" para o latimCalvinus deu a origem ao nome "Calvin", pelo qual se tornou conhecido.

Calvino foi inicialmente um humanista. Nunca foi ordenado sacerdote. Depois do seu afastamento da Igreja católica, este intelectual começou a ser visto, gradualmente, como a voz do movimento protestante, pregando em igrejas e acabando por ser reconhecido por muitos como "padre". Vítima das perseguições aos protestantes na França, fugiu para Genebra em 1536, onde faleceu em 1564. Genebra tornou-se definitivamente num centro do protestantismo Europeu e João Calvino permanece até hoje uma figura central da história da cidade e da Suíça.

Martinho Lutero escreveu as suas 95 teses em 1517, quando Calvino tinha oito anos de idade. Para muitos[quem?], Calvino terá sido para a língua francesa aquilo que Lutero foi para a língua alemã - uma figura quase paternal. Lutero era dotado de uma retórica mais direta, por vezes grosseira, enquanto que Calvino tinha um estilo de pensamento mais refinado e geométrico, quase de filigrana. Citando Bernard Cottret, biógrafo (francês) de Calvino: "Quando se observa estes dois homens podia-se dizer que cada um deles se insere já num imaginário nacional: Lutero o defensor das liberdades germânicas, o qual se dirige com palavras arrojadas aos senhores feudais da nação alemã; Calvino, o filósofo pré-cartesiano, percursor da língua francesa, de uma severidade clássica, que se identifica pela clareza do estilo" [Wikipedia].

Erros e radicalismo

Em 1542, Calvino publica em Genebra o seu livro de catecismo: "Catéchisme de l'Église de Genève, c'est-a-dire, le formulaire d'instruire les enfants en la chrétienté". A chave do projecto de Calvino passa pela pedagogia. O seu objectivo é a profunda transformação das mentalidades. Cada resquício de superstição, de práticas de magia, ou de catolicismo é perseguido como idolatria.

O consistório, do qual Calvino fazia parte, ocupava-se desses e de outros casos. Refiram-se alguns:

  • Em 1542, uma mulher chamada Jeanne Petreman é acusada de se recusar a participar da eucaristia, de dizer o pai-nosso em língua "romana" e de proclamar que a Virgem Maria era a sua defensora. Diz também que se nega a acreditar noutra fé que não a sua. É excomungada.
  • Em 2 de Setembro de 1546, aparece em Genebra um franciscano que pedia na rua um jantar em nome de Deus e da Virgem Maria. Devemos pressupor que ele obteve o seu jantar mas foi também levado ao consistório, que logo constatou que o "papista" mal conhecia a bíblia, além de ser inofensivo. Foi expulso da cidade, para o lado da fronteira, com os católicos.
  • A 23 de Junho de 1547 comparecem perante o consistório várias mulheres que tinham sido apanhadas a dançar - uma delas era a esposa de um dos membros do consistório. O caso ganhou contornos de escândalo. As mulheres foram condenadas a alguns dias de prisão, apesar de vários apelos. Em reacção à decisão, são colocados na cidade cartazes contra Calvino. O autor dos cartazes, Jacques Gruet, é torturado. Depois de confessar a sua autoria, é executado.
  • Em 1548, Louis Le Barbier é interrogado sobre a sua fé. Declara que não tem fé. Entretanto, descobrem livros de bruxaria e de escórnio na sua posse. É admoestado perante o consistório mas não será perseguido.[Wikipedia].

Assassinato indireto de Miguel Servet

Miguel Servet era um homem de cultura, um médico, interessado, entre muitas outras coisas, na religião. Como livre pensador, defendia que o dogma da Trindade não fazia qualquer sentido, sendo apenas um sofisma inventado no Primeiro Concílio de Niceia. Será perseguido pelaIgreja Católica em França, através da Inquisição, por causa das suas teses. Escapa e dirige-se a Genebra, mas os protestantes mostraram-se não menos intolerantes para com as suas ideias.

A história da ligação entre Servet e Calvino começa já em 1534, ano em que ambos estiveram em Paris. Esteve nessa altura planejado um encontro que não chegou a realizar-se. No entanto, trocariam correpondência por vários anos.

O debate foi tornando-se numa azeda discussão. Um dos pontos principais da discussão epistolar continuava a ser a Santíssima Trindade. Perante a sua proposta para que Calvino lesse o manuscrito do seu Livro "Restitutio" (tendo-o enviado pelo correio), Calvino diz-lhe que deveria ler o seu "Institutio". Servet fê-lo e escreveu comentários críticos nas margens do texto que foram depois enviados a Calvino.

Calvino recebeu o manuscrito mas não lhe respondeu. Nem sequer devolveu o manuscrito do Restitutio, que Servet lhe pedia que remetesse. Calvino manteve o seu silêncio, cultivando preocupação em relação a Servet e às suas heresias.

No princípio de Abril de 1553 a Inquisição francesa recebeu misteriosamente a posse de documentos que compromentiam Servet. Entre eles, as cartas de Servet a Calvino. Ainda em 5 de Abril, Servet é ouvido pelos inquisidores. A 7 de Abril, porém, consegue escapar-se da prisão. Dirigiu-se a Genebra, talvez por pensar que entre os protestantes estaria a salvo da Inquisição. Enganou-se. Foi preso pelas autoridades da cidade de Genebra a 13 de Agosto.

O seu julgamento tornou-se um caso discutido. Foi pedida a opinião a padres de Berna, Zurique e outras cidades. A maioria desprezava Servet - a trindade era, na sua opinião, indiscutível.

Calvino, também acusado pelos católicos de arianismo, poderá ter visto aqui a oportunidade de mostrar que defendia o conceito trinitário, ao mesmo tempo que mostraria que também estava empenhado em perseguir os heréticos. Um herético do lado de lá da fronteira também é um herético dentro da cidade.

A 27 de Outubro de 1553 Miguel Servet é queimado vivo em Genebra. [Wikipedia].


Morte

Nos seus últimos anos de vida, a saúde de Calvino começou a vacilar. Sofrendo de enxaquecas, hemorragia pulmonar, gota e pedras nos rins foi, por vezes, levado carregado para o púlpito. Calvino continuava a ter detratores declarados que lhe dirigiam ameaças constantes.

Entretanto, apreciava passar os seus tempos livres no lago de Genebra, lendo as escrituras e bebendo vinho tinto. No fim de sua vida disse a seus amigos que estavam preocupados com o seu regime diário de trabalho: "Qual quê? Querem que o Senhor me encontre ocioso quando ele chegar?"

João Calvino morreu em Genebra a 27 de maio de 1564. Foi enterrado numa sepultura simples e não marcada, conforme o seu próprio pedido.[Wikipedia].


Conclusão

João Calvino com seu radicalismo, foi contra o princípio de Cristo que diz: "Feliz aquele que não se escandaliza por minha causa."(Mat.11:6). Também condenando Miguel Servet,que apesar de ser herege, era um ser humano, e nesse ponto João Calvino foi contra o mandamento de Deus que diz "Não matarás" (Ex. 20:13) e contra outro princípio de Cristo que é o amor, mas ele com esse assassinato praticou o ódio (comum entre calvinistas) como está descrito no evangelho de Matheus capítulo 5 versículos 21 a 26 que diz: "Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo.Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno.Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti,Deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta.Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te encerrem na prisão.Em verdade te digo que de maneira nenhuma sairás dali enquanto não pagares o último ceitil."


Assim indo contra princípios bíblicos foi a vida do fundador da Igreja Presbiteriana que nasceu de radicalismo, hipocrisia, heresias e assassinato.

E até o fim da vida de João Calvino foi contra os princípios bíblicos já que bebia vinho tinto com alcool e a bíblia é clara ao dizer que essa bebida (fermentada) quem bebe não tem sabedoria, assim está escrito: "O vinho é escarnecedor, a bebida forte alvoroçadora; e todo aquele que neles errar nunca será sábio."(Pv. 20:1). Lembrando que obviamente Jesus e os apóstolos não usavam vinho com álcool se fosse estariam sendo contra a bíblia.

E além desse texto tem outros que vão contra está prática de Calvino, um texto mais claro é impossível, está escrito: "Não olhes para o vinho quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente.No fim, picará como a cobra, e como o basilisco morderá.Os teus olhos olharão para as mulheres estranhas, e o teu coração falará perversidades.E serás como o que se deita no meio do mar, e como o que jaz no topo do mastro.E dirás: Espancaram-me e não me doeu; bateram-me e nem senti; quando despertarei? aí então beberei outra vez."

E mais, quem bebe não percebe a volta de Jesus (1 TS 5:5 a 10) e tem a perda da salvação eterna (1 Co 6:9 e Ap 21:8).

Enfim, Calvino ao ajudar libertar os Cristãos por um lado os prendeu por outro, como diz o ditado, "deu com uma mão e tirou com a outra".

Calvino se resumi em hipocrisia, heresia e fanatismo, e foi com essa base que ele fundou sua igreja que hoje se encontra em vários países e é conhecida pelo mundo, a Igreja Presbiteriana, no Brasil é Igreja Presbiteriana do Brasil ao qual pregam algo que alto-denominam "Doutrina da Graça", que com base na história de Calvino deve haver poucas verdades.

O calvinismo foi nos tempos de Calvino a mesma coisa que a inquisição católica, só que a diferença é que usaram a bíblia, de forma errada mas usaram.

Calvino, este é o "homem de Deus" ao qual os presbiterianos se referem, ao me ver não é o que parece. E você, acha que este pode ser um "homem de Deus"?

Verdades da religião - Fernando Silva



domingo, 12 de junho de 2011

Igrejas Presbiterianas aceitam homossexuais praticantes como pastores em seus templos

Filhas da meretriz mostrando a face
O texto a seguir pertence a um blog não oficial da igreja (IPB)

Postado por Augustus Nicodemus Lopes*

Duas denominações presbiterianas acabam de decidir no plenário de suas Assembléias Gerais que homossexuais praticantes podem ser pastores nas igrejas delas.

A primeira foi a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos da América (PCUSA). Depois, foi a vez da Igreja Presbiteriana da Escócia.


Estas resoluções foram tomadas depois de muitos anos de conflitos internos e discussões teológicas. E em ambas as igrejas, o voto passou com uma maioria apertada. Os pastores, presbíteros, diáconos e membros destas denominações que discordam da decisão, e que por muito tempo lutaram para que ela não fosse aprovada, enfrentam agora o dilema de saber qual é a coisa correta a fazer. Com certeza, muitos sairão para outras denominações ou para formar novas igrejas; outros, ainda, permanecerão na esperança de que um dia as coisas mudem.


A pergunta que não quer calar é como igrejas de origem reformada, que um dia aceitaram as confissões de fé históricas e adotaram os lemas da Reforma, especialmente o Sola Scriptura, chegaram a este ponto? Em minha opinião, o que está acontecendo hoje é o resultado lógico e final da conjunção de três fatores: a teologia liberal que foi aceita por estas igrejas, a conseqüente rejeição da autoridade infalível da Bíblia e a adoção dos rumos da sociedade moderna como norma.

O processo pelo qual estas denominações passaram, uma na Europa e outra nos Estados Unidos, é similar. As etapas vencidas são as mesmas. Primeiro, em algum momento de sua história, em meados dos séculos XIX, o método crítico de interpretação da Bíblia passou a ser o método dominante nos seminários e universidades teológicas destas denominações. Boa parte dos pastores formados nestas instituições saíram delas convencidos que a Bíblia contém erros de toda sorte e que reflete, em tudo, o vezo cultural de sua época. Para eles, os relatos bíblicos dos milagres são um reflexo da fé dos judeus e dos primeiros cristãos expresso em linguagem mitológica e lendária (veja aqui um post sobre liberalismo teológico).

Segundo, uma vez que a Bíblia não poderia ser mais considerada como o referencial absoluto em matérias de fé e prática, devido ao seu condicionamento às culturas orientais antigas e patriarcais, estas denominações aos poucos foram adotando as mudanças culturais e a direção da sociedade moderna como referência para suas práticas.

Terceiro, com a erosão da autoridade bíblica e o estabelecimento da cultura moderna como referencial, não tardou para que estas igrejas rejeitassem o ensinamento bíblico de que somente homens cristãos qualificados deveriam exercer a liderança nas igrejas e passaram a ordenar mulheres como pastoras e presbíteras. As passagens bíblicas que impõem restrições ao exercício da autoridade por parte da mulher nas igrejas foram consideradas como sendo a visão patriarcal dos autores bíblicos, e que não cabia mais na sociedade moderna (vejaaqui uma matéria deste blog sobre ordenação feminina).

O passo seguinte foi usar o mesmo argumento quanto ao homossexualismo: as passagens bíblicas que tratam as relações homossexuais como desvio do padrão de Deus e, portanto, pecado, foram igualmente rejeitadas como sendo fruto do pensamento retrógrado, machista e preconceituoso dos autores da Bíblia, seguindo a tendência das culturas em que viviam. A igreja cristã moderna, de acordo com este pensamento, vive num novo tempo, onde o homossexualismo é comum e aceito pelas sociedades, inclusive com a aprovação do Estado para a união homossexual e benefícios decorrentes dela.

E o resultado não poderia ser outro. O único obstáculo para que uma igreja que se diz cristã aceite o homossexualismo como uma prática normal é o conceito de que a Bíblia é a Palavra de Deus, inerrante e infalível única regra de fé e prática para o povo de Deus. Uma vez que esta barreira foi derrubada - e a marreta usada para isto sempre é o método crítico e o liberalismo teológico - não há realmente mais limites que sejam defensáveis. Pois mesmo os argumentos não teológicos, como a não procriação em uniões homossexuais e a anormalidade anatômica e fisiológica da sodomia, acabam se mostrando ineficazes diante do relativismo da cultura moderna. E as igrejas que abandonaram a autoridade infalível da Palavra de Deus acabam capitulando aos argumentos culturais.

Nem todos os que adotam o método crítico são favoráveis ao homossexualismo. E nem todos liberais são a favor da homossexualidade. Mas espero que as decisões destas duas igrejas, que têm em comum a adoção deste método e a aceitação do liberalismo teológico, sirvam como reflexão para os que se sentem encantados com o apelo ao academicismo e intelectualismo da hermenêutica e da teologia liberais.