A gravura acima foi obtida em um dos muitos sites para gays e lésbicas adventistas facilmente localizáveis na internet, através de uma página de busca como o Google e outras. Há pouco mais de três anos, quando noticiamos aqui a existência e tolerância da Associação Geral e Divisão Norte-Americana para com grupos homossexuais adventistas do sétimo dia nos Estados Unidos, a associação dessa natureza com maior visibilidade na internet era a SDA Kinship ("Irmandade Adventista do Sétimo Dia"). Hoje, após matérias de estímulo a esses "ministérios" publicadas pela Revista Ministry, divulgação da Kinship no site da Andrews e publicações distribuídas em nossos colégios, a onda gay adventista se avoluma e ocupa vários espaços virtuais com suas homepages de defesa do respeito ao estilo de vida homossexual, sem críticas ou admoestações, porque não competiria à igreja fiscalizar a intimidade de seus membros. Em uma delas, pede-se até que a Associação Geral reformule sua declaração a respeito da homossexualidade substituindo a reprovação de "relacionamentos homossexuais" por "relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo". A medida objetiva permitir que duplas de homens ou mulheres possam namorar e até viver juntas, mas sem consumar o ato sexual. No entender dos autores da proposta, apenas o ato sexual entre pessoas do mesmo gênero é proibido. Atração, companheirismo e carinho entre irmãos de fé, não seriam proibidos pela Bíblia, argumentam, citando a amizade entre Davi e Jônatas, Rute e Noemi e até entre Cristo e o "discípulo amado" como justificativa. Em uma série de estudos bíblicos de apoio espiritual a homossexuais adventistas, usa-se um triângulo cor-de-rosa para representar a Trindade, deus triúno, que seria amor e reuniria em si três pessoas coiguais... |
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Como você pode ver, o arco-íris é outro símbolo bíblico de que o movimento gay adventista também se apropria. Na Igreja Adventista Central de São Francisco, foi usado para designar o Ministério para Gays e Lésbicas ali desenvolvido. Uma reportagem do Pacific Union Recorder de dezembro de 2001, inclusive, divulgou detalhes do Ministério "God's Rainbow" ("Arco Íris de Deus") aos alunos de nossos colégios norte-americanos: De acordo com os irmãos que desenvolvem esse trabalho, "o God's Rainbow Ministry é um ministério para gays e lésbicas adventistas, fundado em conformidade com a declaração sobre homossexualidade anunciada pela Associação Geral em 1999" e realizado "sob a orientação direta da liderança da Igreja Adventista Central de São Francisco com o apoio da Associação Central da Califórnia". E embora digam que Deus, na criação, planejou a sexualidade humana para ser expressa em amor e consentimento mútuo somente entre um homem e uma mulher, casados, acrescentam que não lhes compete condenar ou aprovar atos ou atitudes que sejam violação dos princípios divinos, porque essa obra de convicção do pecado pertence ao Espírito Santo. Por essas e outras razões, embora reconheçamos a necessidade de que também os homossexuais sejam alcançados com a mensagem do Evangelho Eterno, não nos sentimos à vontade para recomendar* o acesso aos endereços de ministérios homossexuais adventistas listados abaixo: |
*Os endereços acima são citados apenas como comprovação da informação sobre o fortalecimento do movimento gay adventista nos últimos anos. Mas apesar de todas as provas que já apresentamos aqui, o presidente da União Central Brasileira, Tércio Sarli, insiste em dizer que: "A Igreja Adventista não apóia de forma alguma nenhum movimento que defenda ou promova o homossexualismo. Notícias que afirmam o contrário são tendenciosas e irresponsáveis." (A frase faz parte da resposta à pergunta nº 4, do texto publicado em: http://www.ucb.org.br/respostas/default.asp.) --Robson Ramos |
Um blog imparcial, feito para alertar o povo dos podres que se encontram no cristianismo... Abra seus olhos!
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Onda Homossexual Invade a Igreja Adventista
domingo, 12 de junho de 2011
Igrejas Presbiterianas aceitam homossexuais praticantes como pastores em seus templos
Postado por Augustus Nicodemus Lopes* Duas denominações presbiterianas acabam de decidir no plenário de suas Assembléias Gerais que homossexuais praticantes podem ser pastores nas igrejas delas. A primeira foi a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos da América (PCUSA). Depois, foi a vez da Igreja Presbiteriana da Escócia. Estas resoluções foram tomadas depois de muitos anos de conflitos internos e discussões teológicas. E em ambas as igrejas, o voto passou com uma maioria apertada. Os pastores, presbíteros, diáconos e membros destas denominações que discordam da decisão, e que por muito tempo lutaram para que ela não fosse aprovada, enfrentam agora o dilema de saber qual é a coisa correta a fazer. Com certeza, muitos sairão para outras denominações ou para formar novas igrejas; outros, ainda, permanecerão na esperança de que um dia as coisas mudem.
O processo pelo qual estas denominações passaram, uma na Europa e outra nos Estados Unidos, é similar. As etapas vencidas são as mesmas. Primeiro, em algum momento de sua história, em meados dos séculos XIX, o método crítico de interpretação da Bíblia passou a ser o método dominante nos seminários e universidades teológicas destas denominações. Boa parte dos pastores formados nestas instituições saíram delas convencidos que a Bíblia contém erros de toda sorte e que reflete, em tudo, o vezo cultural de sua época. Para eles, os relatos bíblicos dos milagres são um reflexo da fé dos judeus e dos primeiros cristãos expresso em linguagem mitológica e lendária (veja aqui um post sobre liberalismo teológico). Segundo, uma vez que a Bíblia não poderia ser mais considerada como o referencial absoluto em matérias de fé e prática, devido ao seu condicionamento às culturas orientais antigas e patriarcais, estas denominações aos poucos foram adotando as mudanças culturais e a direção da sociedade moderna como referência para suas práticas. Terceiro, com a erosão da autoridade bíblica e o estabelecimento da cultura moderna como referencial, não tardou para que estas igrejas rejeitassem o ensinamento bíblico de que somente homens cristãos qualificados deveriam exercer a liderança nas igrejas e passaram a ordenar mulheres como pastoras e presbíteras. As passagens bíblicas que impõem restrições ao exercício da autoridade por parte da mulher nas igrejas foram consideradas como sendo a visão patriarcal dos autores bíblicos, e que não cabia mais na sociedade moderna (vejaaqui uma matéria deste blog sobre ordenação feminina). O passo seguinte foi usar o mesmo argumento quanto ao homossexualismo: as passagens bíblicas que tratam as relações homossexuais como desvio do padrão de Deus e, portanto, pecado, foram igualmente rejeitadas como sendo fruto do pensamento retrógrado, machista e preconceituoso dos autores da Bíblia, seguindo a tendência das culturas em que viviam. A igreja cristã moderna, de acordo com este pensamento, vive num novo tempo, onde o homossexualismo é comum e aceito pelas sociedades, inclusive com a aprovação do Estado para a união homossexual e benefícios decorrentes dela. E o resultado não poderia ser outro. O único obstáculo para que uma igreja que se diz cristã aceite o homossexualismo como uma prática normal é o conceito de que a Bíblia é a Palavra de Deus, inerrante e infalível única regra de fé e prática para o povo de Deus. Uma vez que esta barreira foi derrubada - e a marreta usada para isto sempre é o método crítico e o liberalismo teológico - não há realmente mais limites que sejam defensáveis. Pois mesmo os argumentos não teológicos, como a não procriação em uniões homossexuais e a anormalidade anatômica e fisiológica da sodomia, acabam se mostrando ineficazes diante do relativismo da cultura moderna. E as igrejas que abandonaram a autoridade infalível da Palavra de Deus acabam capitulando aos argumentos culturais. Nem todos os que adotam o método crítico são favoráveis ao homossexualismo. E nem todos liberais são a favor da homossexualidade. Mas espero que as decisões destas duas igrejas, que têm em comum a adoção deste método e a aceitação do liberalismo teológico, sirvam como reflexão para os que se sentem encantados com o apelo ao academicismo e intelectualismo da hermenêutica e da teologia liberais. |